“Sou um grande fã do Brasil e minha conexão com o país remonta de um longo caminho”,

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Knut como tripulante do Barco Brasil 1

 

 

 

Minha primeira Volvo foi em 2005/2006  no famoso Brasil 1. Éramos uma equipe pequena  e sem experiência.

 

QUINTO BLOCO  DA ENTREVISTA DE KNUT  FROSTAD

 

Eu sempre lembro da minha última passagem pelo Cabo Horn, durante a etapa da Volvo Ocean Race 2005-06 a bordo do Brasil 1 com Torben, foi realmente um momento fantástico.

 

 

Regata News –  -Na entrevista que fiz com você durante a escala de Itajaí, você mostrou-se muito fascinado com a cidade. Hoje, está admiração continua ou a cidade precisa melhorar mais para chegar ao ponto de excelência?

Knut Frostad  -Como você sabe, eu sou um grande fã do Brasil e minha conexão com o país remonta um longo caminho. Eu ainda sou muito fascinado com a cidade de Itajaí hoje. Eu não tenho quaisquer sugestões especiais, mas espero que esta cidade fantástica dê à corrida uma recepção ainda maior e que todo mundo venha para visitar a Vila da Corrida. Temos uma memória muito boa da Vila em Itajaí e estamos ansiosos novamente para a escala brasileira.

 

Regata News –– Franck Cammas e Groupama foram os vencedores da edição anterior e agora estão fora. Como você vê a ausência deles nesta edição? Poderia tornar-se mais competitiva e cada corrida como uma competição individual?

 Knut  -Cada corrida é um pouco diferente do que antes, mas nunca falta competição e rivalidade. Há sempre velejadores e equipes concorrentes, pela primeira vez, mas também há muitos que voltam corrida após corrida para enfrentar um dos maiores desafios da vela. O Volvo Ocean 65, o novo barco que irá competir na corrida sob o conceito One Design, vai certamente trazer ainda mais competitividade nas corridas, mais uma vez, e estamos todos ansiosos para descobrir novos heróis enquanto eles correm ao redor do mundo.


VEJA O QUARTO BLOCO DA ENTREVISTA KNUT FROSTAD

“A cidade de Itajaí está preparada para receber eventos do porte da regata volta ao mundo”: Knut Frostad


Regata News –  -Cabo Horn continua sem desafio para os velejadores ou tem trechos mais desafiadores?

Knut  -Cabo Horn é um marco icônico na vela e eu confio que vai continuar a ser durante a próxima corrida. Eu sempre lembro da minha última passagem do Cabo Horn, durante a etapa da Volvo Ocean Race 2005-06 a bordo do Brasil 1 com Torben, foi realmente um momento fantástico. À medida que a corrida se expandiu, acontecendo em novas partes do mundo, como a China, a rota criou novos ícones da vela oceânica, como o Estreito de Luzon, que tem causado tantos problemas para as equipes nas últimas edições. E não se esqueça também sobre o Estreito de Malaca, que fornece um teste muito diferente dos velhos tempos, em um trecho tão congestionado de água – diferente, mas não menos desafiador.

Nossos novos iates de corrida estão sendo construídos para serem máquinas de corrida seguras, de alto desempenho e confiáveis, a maioria dos problemas sofridos na última corrida foram abordados nas primeiras etapas do projeto do barco e processo de construção

Regata News –– Quando você vem para Itajaí? E que mensagem você gostaria de deixar para o povo de Santa Catarina e do Brasil?

Knut   -Eu acho que todos os velejadores da última corrida se lembram quando entraram em Itajaí e todos que vieram recebê-los na Vila depois da longa légua do Oceano Antártico. As pessoas e os organizadores em Itajaí mostraram sua hospitalidade na corrida 2011-12 e aprecio muito todos os esforços que foram feitos e serão feitos em continuar com este sucesso da escala em 2014-15. Itajaí e Santa Catarina têm um grande potencial e estamos muito orgulhosos de ser um dos principais eventos do ano.

 


Minha primeira Volvo foi em 2005/2006 no famoso Brasil 1.

Regata News – – Um velejador experiente que trocou os desafios do mar pelo comando de um dos cases de negócios náuticos mais bem sucedido de todos os tempos. Sua lembrança reflete um momento impar onde: Knut, Joca, Horácio capitaneado pelo capitão Torben Grael estavam a bordo do Barco Brasil 1, que marcava a entrada do Brasil na volta ao mundo com seu primeiro barco nacional, e olha nacional nisso.

Knut—Minha primeira Volvo foi em 2005/2006 no famoso Brasil 1. Éramos uma equipe pequena e sem experiência. Tivemos grandes problemas na segunda etapa quando quebramos o mastro, mas no fim, conseguimos vencer uma etapa e terminamos a regata em um excelente terceiro lugar. O projeto foi um sucesso. O apoio que recebemos dos brasileiros foi impressionante, tínhamos até torcida organizada” relata o hoje diretor técnico da equipe feminina, que participará na edição 2014/2015 o barco SCA, Joca Signorini, tripulantes da primeira experiência do pais ter um participa do evento náutico com um barco nacional

Regata News – – Brasil 1  foi grande momento

KnutFoi ótimo. Primeiro de tudo Alan Adler é um bom amigo meu,  e ajudei Alan na criação da estrutura de como criar o projeto Brasil 1 e em segundo lugar eu sempre fui um grande fã do Brasil. Brasil tem tantos grandes e talentosos marinheiros por isso foi uma honra ser convidado para participar neste projecto.

 

Regata News –– desafio vivido durante a saga de oito meses pelos mares

Knut— O maior desafio foi que tivemos um barco que estava um pouco mais lento do que o barco vencedor (ABN Amro), por isso era quase impossível para nós ganhar, enquanto o ABN Amro foi navegado em um bom caminho. A maioria dos outros barcos onde mais semelhantes a nós, então, na verdade, foi apenas o vencedor que era impossível de alcançar. Para mim, isso era realmente irritante. Eu só estava navegando nas pernas frio e ventoso, então para mim isso não era um desafio. Mas o barco estava difícil de controlar e que foi por vezes difícil. Um pouco desapontado.

 

Regata News -O pior momento foi claramente quando quebrou o mastro na perna 2.

Knut— Isso foi simplesmente terrível. Nós não tivemos nenhuma escolha a não ser trabalhar o nosso caminho lentamente em direção a Austrália e perdemos muitos pontos o que significa que os próximos três meses nós tivemos que jogar catch-up para o resto ao invés de lutar para o topo. Eu acho que, sem quebrar o mastro da equipe Brasil 1 poderia ter terminado 2 º lugar geral.”