A defesa de um título conquistado na temporada passada e a adaptação a uma nova embarcação marcam a participação do projeto Phytoervas 4Z na sequência do Campeonato Brasileiro de Oceano de 2026. Depois da 76ª Regata Santos-Rio, a equipe encara o Circuito Rio, entre 30 de outubro e 2 de novembro, em sua primeira participação na competição. O evento chega à 57ª edição e conta com o Onda Phytoervas, copatrocinado pela Galápagos Capital, entre os participantes.
A nova fase do projeto começou na travessia entre Santos e o Rio de Janeiro. Em sua primeira prova com a equipe, o Onda concluiu o percurso na terceira colocação, com chegada nas proximidades da Ilha Rasa. Além do resultado, a regata serviu para a tripulação conhecer melhor o comportamento do barco diante das variações das condições de navegação.
Para Marcelo Bellotti, o desempenho na Santos-Rio foi positivo, embora a equipe ainda esteja em processo de familiarização com o equipamento. O velejador também projeta uma disputa equilibrada pelo título carioca.
“Estamos com um equipamento muito bom e ainda nos acostumando ao novo barco. Fizemos uma boa Santos-Rio e agora vamos brigar pelo bicampeonato do Circuito Rio. A base dos adversários é a mesma do ano passado, quando vencemos, mas sabemos que teremos uma disputa muito dura. O Crioula tem um barco muito rápido e uma ótima equipe, enquanto o Bravo e o Duma também velejaram muito bem na travessia”, afirma Marcelo Bellotti.
A embarcação foi adquirida de Eduardo Souza Ramos e já apresentou resultados importantes nesta temporada. Na Semana Internacional de Vela de Ilhabela de 2026, o Onda venceu o Campeonato Super 40, enquanto o Phytoervas 4Z ficou com o segundo lugar. Agora, o desafio consiste em desenvolver o trabalho com o novo barco e converter suas características em bons resultados nas próximas disputas.
Outro fator que pode influenciar o desempenho das equipes é a leitura das condições de navegação na Baía de Guanabara. Embora o Onda Phytoervas tenha experiência na região, a previsão de instabilidade e o cenário de chuvas podem modificar o comportamento da raia. Bellotti chama atenção principalmente para as variações de maré e corrente na entrada da baía.
“Estamos acostumados a velejar na Baía de Guanabara e nos arredores, mas o clima chuvoso e a instabilidade podem modificar bastante as características da raia. Precisamos acompanhar de perto as linhas de maré e a corrente, principalmente na boca da barra, onde o canal se estreita e há muita troca de água. Essa leitura será um dos desafios do campeonato”, explica Bellotti.
Acompanhe os resultados do Brasileiro de Oceano: Sail Race
O maior projeto da vela brasileira
Com nove embarcações e participação em três classes — Star, Snipe e ORC —, o Phytoervas é apontado como o projeto de maior duração e consistência da vela brasileira. A iniciativa mantém atletas em atividade nas disputas olímpicas, sul-americanas e de oceano, reunindo conquistas individuais e coletivas.
O retrospecto de 2025 inclui o vice-campeonato geral da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, além do tricampeonato no Soto40. A equipe também venceu a Regata Santos-Rio e o Circuito Rio naquele ano. Nas classes Star e Snipe, o projeto contabiliza ainda títulos individuais em competições nacionais e sul-americanas.
Sobre a Phytoervas
A história da Phytoervas começou em 1986, com o objetivo de oferecer soluções de beleza natural para os cabelos. A marca desenvolve seu conceito de Cosmética Integral a partir de ativos naturais extraídos de maneira responsável e com atenção à preservação ambiental.
Entre seus pioneirismos está o desenvolvimento do shampoo sem sal. Ao longo dos anos, ampliou sua atuação e adotou uma linha de produtos totalmente veganos e cruelty-free, sem parabenos, sulfatos e corantes. Atualmente, também oferece produtos destinados aos cuidados corporais e domésticos, além da linha capilar. O portfólio pode ser encontrado em www.phytoervas.com.br.
Sobre a Galapagos Capital
A Galapagos Capital atua globalmente no mercado de investimentos, com soluções financeiras conectadas às necessidades de clientes individuais, famílias e empresas. A companhia foi criada em 2019 por executivos seniores com ampla experiência no setor.
Sua estrutura conta com mais de 400 profissionais e onze escritórios brasileiros, além de operações em Miami, Genebra e Abu Dhabi. A empresa reúne uma base superior a 50 mil investidores e aproximadamente R$ 40 bilhões em recursos sob gestão.
Sobre a Raff Infra
Com atuação no mercado brasileiro de infraestrutura, a RAFF Infra concentra suas atividades em energia limpa e soluções sustentáveis. A empresa investe estrategicamente no desenvolvimento e na operação de ativos que favorecem a diversificação da matriz energética e impulsionam o crescimento socioeconômico do país.













