Desafio estratégico da Santos–Rio mobiliza Phytoervas 4Z na preparação para a edição de 2026

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Créditos: Aline Bassi / Balaio de Ideias

Mais do que manter o desempenho de um barco competitivo, disputar uma travessia oceânica exige planejamento para situações que podem mudar ao longo de muitas horas. É com essa perspectiva que o Phytoervas 4Z se prepara para a 76ª Regata Santos–Rio, cuja largada está prevista para 22 de outubro. Atual campeão da prova, o time liderado por Marcelo Bellotti trabalha para chegar à competição com o Soto40 revisado e a tripulação pronta para enfrentar o percurso.

A regata percorre aproximadamente 200 milhas náuticas entre Santos e o Rio de Janeiro e figura entre os eventos mais tradicionais da vela oceânica brasileira. Considerada a travessia oceânica mais antiga do país, a Santos–Rio reúne gerações de velejadores há mais de sete décadas e exige decisões que vão além da velocidade da embarcação.

Essa combinação de estratégia e adaptação esteve presente na campanha vitoriosa do Phytoervas 4Z em 2025. Na ocasião, a equipe venceu a classificação ORC em uma edição com ventos fracos e rondados. O tempo total de navegação foi de 39 horas, 57 minutos e 49 segundos, em uma disputa na qual a leitura das condições e as escolhas feitas ao longo do trajeto foram determinantes.

A campanha de sucesso prosseguiu no Rio de Janeiro, onde o time conquistou também o Circuito Rio. Dessa forma, a equipe encerrou 2025 com os títulos da travessia e do circuito disputado na sequência, na Baía de Guanabara. Em 2026, o objetivo é sustentar esse desempenho diante de um novo cenário competitivo.

Para Marcelo Bellotti, o histórico recente não representa garantia de facilidade na próxima edição. O comandante ressalta que o principal desafio está na execução consistente do planejamento durante toda a prova.

“A Santos–Rio é uma regata muito especial e, por si só, já é um enorme desafio. No ano passado conseguimos vencer a Santos–Rio e depois também o Circuito Rio, mas isso não torna a edição deste ano mais fácil. Pelo contrário. Acho que será ainda mais difícil. Em uma regata longa como essa, muitas vezes a competição maior é com você mesmo: executar bem o que foi planejado, manter o barco andando, tomar boas decisões e errar o mínimo possível durante muitas horas. Existe menos embate direto com os outros barcos e muito mais estratégia macro, pensando no que pode acontecer várias horas à frente. Se conseguirmos executar uma boa regata, teremos nossa chance”, afirma Marcelo Bellotti.

A disputa de 2026 terá 17 embarcações inscritas na classe ORC. Diante da flotilha expressiva, o Phytoervas 4Z prefere concentrar esforços na própria preparação, em vez de antecipar possíveis movimentos dos concorrentes. A prioridade é garantir que barco e tripulação estejam aptos a reagir às condições encontradas entre o litoral paulista e o fluminense.

Ao longo de outubro, os trabalhos incluem sessões de treino, ajustes no Soto40 e inspeções dos equipamentos. As regulagens da embarcação, a confiabilidade dos sistemas e o entrosamento dos velejadores estão entre os pontos acompanhados pela equipe antes da largada.

Os preparativos acontecem em uma temporada marcada por resultados expressivos. Na terceira etapa da Copa Mitsubishi, o Phytoervas 4Z ganhou a classificação geral da ORC e ficou com o vice-campeonato da divisão ORC Performance. Já em setembro, Marcelo Bellotti e Maurício Bueno conquistaram o Campeonato Brasileiro da classe Star.

A programação esportiva também conecta a Santos–Rio ao Campeonato Brasileiro de Oceano. A 76ª edição da travessia fará parte da competição nacional em conjunto com o 57º Circuito Rio, agendado para 30 de outubro a 2 de novembro. O percurso entre Santos e Rio de Janeiro começa em 22 de outubro.

O maior projeto da vela brasileira

Com oito barcos nas classes Star, Snipe e ORC, o Phytoervas é descrito como o projeto mais longo e consistente da vela brasileira. Os integrantes mantêm participação ativa em eventos olímpicos, campeonatos sul-americanos e competições de oceano.

A trajetória inclui o vice-campeonato geral da Semana Internacional de Vela de Ilhabela em 2025, ano em que a equipe também alcançou o tricampeonato no Soto40. O grupo venceu ainda a Regata Santos–Rio e o Circuito Rio, além de reunir títulos individuais em campeonatos nacionais e sul-americanos nas classes Star e Snipe.

Sobre a Phytoervas

A história da Phytoervas começou em 1986, com o propósito de proporcionar beleza natural aos cabelos. A marca adota o conceito de Cosmética Integral, utilizando ativos provenientes da natureza em sua forma mais pura e de maneira responsável, com atenção à preservação ambiental.

Reconhecida como pioneira no desenvolvimento de shampoo sem sal, a empresa mantém uma trajetória de inovação. Atualmente, seus produtos são totalmente veganos e cruelty-free, sem parabenos, sulfatos ou corantes. Além da linha capilar, o portfólio contempla soluções para cuidados com o corpo e com a casa, comercializadas pelo site www.phytoervas.com.br.

Sobre a Galapagos Capital

A Galapagos Capital atua globalmente no mercado de investimentos, com soluções financeiras integradas voltadas a indivíduos, famílias e empresas. A companhia foi criada em 2019 por executivos seniores com ampla experiência no setor.

Sua estrutura conta com mais de 400 profissionais em onze escritórios brasileiros e unidades em Miami, Genebra e Abu Dhabi. A empresa reúne mais de 50 mil investidores e administra cerca de R$ 40 bilhões.

Sobre a Raff Infra

Brasileira e especializada em infraestrutura, a RAFF Infra concentra suas atividades em energia limpa e soluções sustentáveis. A companhia investe no desenvolvimento e na operação de ativos estratégicos que favorecem a diversificação da matriz energética e o avanço socioeconômico nacional.