A primeira conquista de Itajaí com a chegada da The Ocean Race em 2010 foi a projeção internacional da cidade pesqueira e portuária para o mercado náutico mundial.
A segunda grande conquista veio logo depois: a construção da Vila da Regata em um terreno ao lado do Centreventos, no coração da cidade. Foi demolido um antigo prédio de uma empresa de pesca, o espaço foi limpo, asfaltado e recebeu toda a infraestrutura necessária para sediar a primeira edição da regata — que alguns chamavam de “dos barquinhos”, mas que se tornaria um marco para Itajaí.
Abril de 2012 “Quando aqui chegamos aqui não havia nada, tivemos que fazer vários ajustes no caderno de encargos e o resultado final está aí: um dos melhores stopovers de todo o circuito.” – Knut Frostad, CEO da Volvo Ocean Race
Curiosamente, enquanto Florianópolis não se estruturou para receber a competição, Itajaí transformou a oportunidade em legado duradouro.
Outros ganhos
A consolidação de Itajaí como polo náutico e turístico, com a criação de uma infraestrutura permanente para receber a regata. Isso incluiu a instalação da Marina Itajaí, que trouxe feiras, eventos e fomentou a indústria de barcos de luxo, além de fortalecer o turismo e a economia local. O impacto foi tão significativo que a cidade passou a ser escolhida repetidamente como sede oficial da competição — já recebeu cinco edições consecutivas e está confirmada para sediar novamente em 2027 e 2031.
Em resumo:
- 1ª conquista (2010): visibilidade internacional e entrada no mercado náutico.
- 2ª conquista: construção da Vila da Regata e infraestrutura urbana para sediar o evento.
- Outros ganhos: consolidação como polo náutico e turístico, com marina, feiras e indústria de barcos de luxo, tornando Itajaí referência mundial na vela.











