Número de baleias em julho é crescente na região de Alcatrazes

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Kelen Leite, gestora do Núcleo de Gestão Integrada de Alcatrazes/Foto: Adilson Pacheco/RN

 

O Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes (SP), no litoral norte paulista, tem unidade de conservação para o ecoturismo. A trajetória bem sucedida não é fruto do acaso: o refúgio herdou, e compartilha, com a vizinha Estação Ecológica de Tupinambás (SP) a equipe, a estrutura e até a sede administrativa. Além disso, conta com um aliado de peso: a Marinha brasileira.

As duas unidades são geridas conjuntamente, através do Núcleo de Gestão Integrada (NGI) de Alcatrazes. A gestora do núcleo, a bióloga Kelen Luciana Leite, é uma veterana na gestão do local. No ICMBio desde 2008 e trabalhando em Tupinambás desde 2010, ela participou ativamente dos estudos para a criação da unidade que viu nascer e agora prepara o mais novo desafio de gerenciar o primeiro Refúgio de Vida Silvestre do Brasil aberto a visitação.