DC Logistics Brasil anualmente exporta uma média de 300 toneladas de calçados

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Indústria calçadista brasileira cresce no mercado internacional
De acordo com a DC Logistics Brasil, anualmente a empresa exporta uma média de 300 toneladas de calçados. Há três anos exportando calçados de marcas conceituadas como Raphaella Booz, Jorge Bischoff, Bottero, Arezzo, Furlanetto, Alpargatas (Havaianas).

Itajaí– Mesmo com o mercado interno estabilizado, o setor calçadista brasileiro poderá comemorar ao fim de 2015 um considerável crescimento na exportação de seus produtos. Ainda sem uma projeção concreta para o ano, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) já prevê um resultado positivo com a aposta no mercado externo. Em um recente encontro promovido pela Abicalçados, Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), especialistas revelaram que as exportações devem crescer graças à valorização do dólar e recuperação da economia mundial.
Há três anos exportando calçados de marcas conceituadas como Raphaella Booz, Jorge Bischoff, Bottero, Arezzo, Furlanetto, Alpargatas (Havaianas), entre outras, a empresa catarinense DC Logistics Brasil confirma este crescimento. De acordo com o diretor da empresa, Guilherme Mafra, são exportadas aproximadamente 300 toneladas de sapatos por ano, para países como Vietnã, Nova Zelândia, Rússia e Chile que soma o maior volume. A expectativa da empresa, que mantém 10 escritórios em diferentes cidades brasileiras, é seguir nesta média de exportação.
Bruno Souza, gerente operacional da DC explica que o lucro das exportações geralmente é calculado em moeda estrangeira e posteriormente esse valor é convertido para moeda nacional. “Por exemplo, se antes o exportador lucrava determinada quantia em dólar e hoje continua lucrando exatamente o mesmo número, ao converter o valor para Reais terá mais dinheiro entrando em sua conta”, acrescenta. Em contrapartida, para as empresas que importam matéria-prima esta desvalorização é um ponto negativo já que o custo de importação e, consequentemente, de produção dos sapatos ficou mais caro.
Atualmente o Brasil representa apenas 1,2% no volume total de exportações no mundo, ficando em 25º no ranking. Para impulsionar a venda externa do produto brasileiro, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, lançou no fim de junho o Plano Nacional de Exportações. Segundo pesquisa realizada pelo Banco Central, a previsão é de que as exportações brasileiras cresçam de US$ 215,8 bilhões em 2016, para US$ 230 bilhões em 2017 e em 2018 chegue a US$ 252,4 bilhões.

Post:7/7-12:23

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