Atualização:Situação da barra do Complexo Portuário do Itajaí

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Situação da barra do Complexo Portuário do Itajaí – 15h30
Com relação às perdas, os maiores prejuízos são dos armadores, uma vez que um navio cargueiro parado gera custos que oscilam entre US$ 25 mil e US$ 50 mil

Edição: Adilson Pacheco
Fonte Joca Baggio
Post:14/05-22:21
O Complexo Portuário do Itajaí continua sem operar devido a ressaca, com ondas constantes de até 3,5 metros. As operações foram paralisadas na terça-feira, por volta das 9h. Desde então, cinco navios aguardam para atracar nos terminais da APM Terminals Itajaí e Portonave, na margem oposta, em Navegantes.

Com relação às perdas, os maiores prejuízos são dos armadores, uma vez que um navio cargueiro parado gera custos que oscilam entre US$ 25 mil e US$ 50 mil a cada 24 horas sem operações. Para o Porto e terminais os principais transtornos são relacionados ao cumprimento dos prazos de carga e descarga.

Em avaliação realizada às 14 horas de hoje, quinta-feira, foram verificadas ondas com até 2,5 metros, com significativa redução na altura com relação a avaliação feita às 6h15, quando as vagas variavam entre 2,5 metros e 3 metros.Nova avaliação será feita entre 17h30 e 18h, a qual vai determinar se a barra continua impraticável ou volta a operar. No entanto, há grande possibilidade das operações retornarem apenas na manhã de sexta-feira, 15.

Segundo a previsão do tempo para hoje, divulgada pela Ciram/Epagri, em boa parte desta quinta-feira (14/05) deverão ocorrer na costa catarinense ondas de 2,5 metros, diminuindo para 2 metros no litoral de Santa Catarina, mantendo dificuldade para navegação, principalmente para embarcações pequenas. Há ainda a previsão de picos de ondas muito espaçados de 3 metros, em áreas mais afastadas da costa e ao norte de Laguna, até a manhã de sexta-feira.

As atracações no Complexo Portuário são realizadas com vagas de até 1,5 metro, para garantir a segurança das operações.