Carolijn Brouwer, velejadora do Team SCA:”Gostaria de ficar mais uma semana em Itajaí

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BochechaUma grande multidão buscava os melhores lugares na molhe de Itajaí e Navegantes. No mar centenas de barcos e outra multidão na Vila da Regata se despediam dos velejadores depois de 18 dias na única parada da América do Sul, Itajaí. Por ironia do destino uma história se repete – desta feita foi o barco Dongfeng, agradecer ao Codetran pelo apoio no transporte do novo mastro. Na edição anterior, Groupama enfrentou semelhante situação.
A largada da sexta etapa da Volta ao Mundo foi praticamente sem vento. Os barcos demoraram mais de uma hora para fazer um percurso curto de saída. Talvez a merreca de vento tenha sido um presente para o público, que lotou a Vila da Regata para ver seus heróis. O brasileiro André ‘Bochecha’ Fonseca, do MAPFRE, agradeceu o carinho e prometeu mais dedicação a bordo.
“Fiquei muito feliz com o carinho que tive dos brasileiros, que adotaram o time espanhol como favorito. Nós disputamos uma regata bastante complicada e os resultados mostram isso. Por isso é bom ter uma torcida maior”, disse o brasileiro.
A sensação de todos era de quero mais. “Gostaria de ficar mais uma semana em Itajaí. Conseguimos descansar um pouco e curtir as praias, a comida e o povo local. Estamos prontas para a próxima”, contou Carolijn Brouwer, velejadora do Team SCA. “A etapa será boa pra gente, principalmente nos primeiros dias com ventos um pouco mais fracos, ideais para as mulheres. A perna terá uns dez dias de regata próxima à costa brasileira e depois vamos passar pelos doldrums . É um desafio, mas a gente se preparou”.