Itajaí: Vestas não vai chegar na Vila a Regata em abril

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Vestas não vem para Itajaí

Itajaí. Eles estão chegando. Os barcos participantes da 12º Volvo Ocean Race chegam a Itajaí em abril. Entretanto, vão atracar na vila da regata stopover Itajaí somente seis dos sete barcos participantes

Adilson Pacheco
Editor
Post:14/01-11:43-
Fonte: VOR
Itajaí: Eles estão chegando. Os barcos participantes da 12º Volvo Ocean Race chegam a Itajaí em abril. Entretanto, vão atracar na vila da regata stopover Itajaí somente seis dos sete barcos participantes, o único que não chega é o Team Vestas Wind, que encalhou na perna anterior, será transportado para Gênova, na Itália, para reparos. A meta é que o time dinamarquês volte à regata nas duas etapas finais, a partir da stopover de Lisboa, Portugal, em junho. Os barcos devem chegar em Sanya, na China, entre 23 e 25 de janeiro para concluir a terceira etapa da Volvo Ocean Race. No fim do mês, o veleiro
Mas neste momento: todos tentam, mas a liderança do Dongfeng segue intacta na terceira etapa da Volvo Ocean Race. O barco chinês continua na frente após várias investidas dos adversários na semana e já abriu vantagem superior a 50 quilômetros para o pelotão de trás, de acordo com a última atualização da tarde desta terça-feira (13). Team Brunel, Abu Dhabi, MAPFRE e Team Alvimedica se alternam nesse bloco, deixando as meninas do Team SCA em último. O objetivo da equipe da China é chegar em casa em primeiro lugar. Pelo desempenho dos comandados de Charles Caudrelier – um francês que dita as regras no barco chinês – a vitória pode ocorrer.
Mesmo assim, os tripulantes do Dongfeng esperam mais dificuldades após passar por Sri Lanka e a costa oeste da Índia. “Estamos focados, mas cansados da constante batalha de nervos. Precisamos lutar por mais 15 dias para obter a vitória em casa”, disse Charles Caudrelier.
O comandante do Dongfeng explicou a estratégia para escapar dos buracos de vento. “As sombras de vento da Índia e do Sri Lanka estão atrás de nós. O vento é como um um rio, não gosta de obstáculos. Ele tenta outros caminhos para seguir sua direção, deixando um buraco de vento por trás das serras ou montanhas e rajadas nas laterais. Por isso evitamos essa armadilha”.
Agora, Dongfeng e os seus adversários têm um desafio pela frente: passar pelo Estreito de Malaca, uma das zonas de trânsito marítimo mais congestionadas do mundo, que fica entre a Sumatra e a Malásia. Em cinco dias, a flotilha estará lá. “Mais uma vez vamos pegar pouco vento e ter uma navegação bem complicada, com transição entre ventos de norte e leste”, finalizou Charles Caudrelier.

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