Os chineses do Dongfeng novamente abriram sua caixa de ferramentas

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Os chineses do Dongfeng novamente abriram sua caixa de ferramentas e solucionaram, pelo menos de maneira paliativa, mais um problema no barco. Uma peça ligada ao mastro rompeu e os tripulantes foram obrigados a realizar o conserto no meio do Oceano Índico

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DSCN0247 e solucionaram, pelo menos de maneira paliativa, mais um problema no barco. Uma peça ligada ao mastro rompeu e os tripulantes foram obrigados a realizar o conserto no meio do Oceano Índico, mesmo disputando as primeiras colocações da segunda etapa da Volvo Ocean Race, entre a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos. Aparentemente, o barco voltou para a disputa, mas as condições das próximas horas devem exigir mais das embarcações e dos atletas. Ventos fortes de até 100 km/h são esperados.

A peça ligada à vela principal é uma espécie de trilho de cortina e arrumar é essencial para o Volvo 65, principalmente em condições de ventos fortes. Nesta quinta-feira (27), o proeiro Kevin Escoffier teve o duro trabalho de subir até a metade do mastro de 30 metros e fazer o reparo. O barco se aproximava das ilhas Reunion e Maurícios.
Foi o terceiro problema registrado pela equipe chinesa nessa edição da Volvo Ocean Race. Na primeira etapa, a equipe do Dongfeng perdeu horas no Oceano Atlântico após colidir com um objetivo não identificado. Dias depois, o time teve que se desdobrar para resolver uma falha na vela. Mesmo assim chegaram em segundo lugar, 12 minutos atrás do vencedor.
A liderança provisória segue com o espanhol MAPFRE, seguido de perto por Abu Dhabi, Team Brunel e o próprio Dongfeng, que está em quarto, com menos de 10 quilômetros atrás dos espanhóis. Team Vestas Wind, Team Alvimedica e Team SCA estão mais atrás, mas também podem pular na frente dependendo da escolha.