Team Brunel abre sexta etapa com melhor desempenho

Leg 6 to Auckland, day 02 on board Brunel. 08 February, 2018. Sail change Carlo Huisman

Leg 6 to Auckland, day 02 on board Brunel. 08 February, 2018. Sail change Carlo Huisman

O primeiro dia de regata da sexta etapa da Volvo Ocean Race teve o Team Brunel com o melhor desempenho. Nesta quinta-feira (8), o barco holandês foi o primeiro a atravessar o Estreito de Luzon, que fica entre Taiwan e as Filipinas.

A perna terá ao todo 6.100 milhas náuticas ligando Hong Kong a neozelandesa Auckland. Logo de cara, as equipes estão enfrentando condições difíceis, como ventos fortes e contrários. Como disse a brasileira Martine Grael (team AkzoNobel), o ”barco vai sacudir pra caramba”.

Além disso, o fator esportivo de levar o barco ao limite oferece zero conforto a bordo. A classificação coloca os espanhóis MAPFRE em primeiro lugar e os chineses do Dongfeng Race Team em segundo.

Leg 6 to Auckland, day 02 on board MAPFRE, Sophie Ciszek getting ready a sail for a pilling. 08 February, 2018.

Leg 6 to Auckland, day 02 on board MAPFRE, Sophie Ciszek getting ready a sail for a pilling. 08 February, 2018.

“Estamos navegando duro! A bordo está muito desconfortável, pois estamos o tempo todo com um constante spray de água no convés”, descreveu Rob Greenhalgh do barco espanhol MAPFRE.

“Nós estamos constantemente pulando com o vento contra nós. Todos ainda estão muito próximos”, diz o skipper do AkzoNobel, Simeon Tienpont. “O Brunel está um pouco à frente, perdemos algumas milhas com uma mudança de vela”.

Os barcos estão lutando até o limite por cada milha. Qualquer erro mínimo ou problemas de navegação podem custar caro!. Para Brunel e Turn the Tide on Plastic, o inconveniente apareceu na forma de sacos de plástico presos no casco, reduzindo a velocidade dos barcos.

Leg 6 to Auckland, day 02 on board Brunel. 08 February, 2018. 35knots. Alberto Bozan

Leg 6 to Auckland, day 02 on board Brunel. 08 February, 2018. 35knots. Alberto Bozan

“Estamos desacelerando”, disse Henry Bomby da Turn the Tide on Plastic. “É um grande problema ter de dar uma volta para se livrar deles”.

“No momento, não podemos dar o luxo de ir para trás, por isso, infelizmente, temos esse plástico na quilha”, disse a comandante do Turn the Tide on Plastic, Dee Caffari.

Depois de passar ao sul de Taiwan, espera-se que a flotilha se dirija para o norte, longe da rota direta para a Nova Zelândia, em um esforço para evitar uma área de ventos leves para pegar condições mais favoráveis antes de ir para o sul. Isso supõe um tempo mais apertado, por mais que o avanço seja lento e difícil.

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