Cabotagem – Portos – Aliança Navegação e Logística estreia nova rota de cabotagem na APM Terminals Pecém

 

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Aliança Navegação e Logística, líder em cabotagem no Brasil, inaugurou esta semana uma nova escala do Sling 2 de cabotagem em Pecém, que permitirá ao armador oferecer uma conexão mais rápida entre Santa Catarina e o Ceará. Além disso, a nova rota encurtará o tempo de trânsito das importações para o Estado, cujo transbordo acontece em Santos.

Para Marcus Voloch, gerente geral de Cabotagem e Mercosul da Aliança Navegação e Logística, a nova escala visa ampliar a capacidade de espaço para cargas do Sul/Sudeste para Norte/Nordeste. “O tempo de viagem entre Santa Catarina e o Ceará, que era de 10 dias, cairá para 6 dias. De Santa Cataria para Pernambuco, o “transit-time” permanece em 5 dias. Passamos a oferecer o melhor transit time do mercado para essas praças”, enfatiza Voloch.

A Aliança Navegação e Logística, que tinha uma expectativa de crescimento de 5% a 7% na cabotagem, cresceu dois dígitos no primeiro semestre e espera manter o mesmo ritmo até o final do ano. “Temos uma grande oportunidade de crescimento na movimentação de carga refrigerada e de alimentos perecíveis que não têm o costume de utilizar o modal marítimo. Nossa expectativa é muito positiva para 2017 e 2018”, comenta Voloch.

Durante o primeiro semestre de 2017, os setores que mais cresceram na cabotagem em Pecém foram alimentos, químicos e resinas, produtos de limpeza, papel e materiais de construção.

“A crescente demanda do mercado local, atrelada a uma moderna infraestrutura e altos padrões operacionais, são fatores essenciais à atração de novas linhas. Com um mix diverso de rotas atendidas em Pecém, as operações de contêiner ganham cada vez mais importância local e impulsionam o desenvolvimento de toda a região”, diz Daniel Rose, Diretor Superintendente da APM Terminals Pecém, que presta serviços operacionais à Ceará portos, empresa responsável pela administração do terminal.

Sobre a APM Terminals – A APM Terminals é referência na operação de contêineres e líder global de produtividade portuária, presente em 69 países e 72 terminais, entre eles Yokohama, considerado o mais produtivo do mundo (186 BMPH) pelo ranking anual publicado pelo Journal of Commerce, o qual lista ainda outras oito instalações operadas pela empresa na relação dos 25 portos e terminais mais produtivos.

No Brasil, a APM Terminals opera no Porto de Pecém, é arrendatária do terminal de contêineres de Itajaí, além de ter participação de 50% na Brasil Terminal Portuário, em Santos (SP), e parcela minoritária no TCP, em Paranaguá (PR). A empresa também dispõe de unidades de reparos e armazenagem de vazios na região Sul do País.

Sobre a Aliança Navegação e Logística – A Aliança Navegação e Logística foi fundada em 1950 por Carl Fisher. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd. Em 1999, a Aliança retomou o transporte de cabotagem no Brasil, que até então era subutilizado.

Entre 2013 e 2014, a Aliança reestruturou sua frota de cabotagem com um investimento de R$ 700 milhões na compra de 6 navios porta-contêineres com capacidades que variam de 3.800 TEUs a 4.800 TEUs. Atualmente, a empresa conta com 11 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais.

A Aliança é market leader na cabotagem e possui uma carteira de clientes que vai do arroz ao zinco, com grandes, pequenas e médias empresas e em praticamente todos os segmentos do mercado, com destaque cada vez maior para os segmentos de bens de consumo duráveis. No ano passado, a cabotagem cresceu 7% em relação a 2015 e a expectativa para este ano é manter o ritmo de crescimento. Em 2016 foram movimentados 210 mil TEUs, o que significa um incremento de 15 mil TEUs em relação ao ano anterior.

A empresa tem forte atuação no mercado externo, com 25 navios porta-contêineres que fazem a rota internacional, distribuídos em 9 serviços. Além disso, oferece o transporte de granéis (fertilizantes, grãos e minérios), onde são utilizados 8 navios com capacidade que vão de 38 mil toneladas a 45 mil toneladas.



 

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